O TikTok apresentou um assistente que responde sobre produtos e um checkout dentro do aplicativo. A Meta anunciou novidades para campanhas e compras pelo Messenger. Gap e Magalu publicaram exemplos de compras por conversa.

Esta edição reúne essas notícias, pesquisas sobre o uso de IA nas compras e os lançamentos da semana: Haiku 5.5, ChatGPT interativo e novas ferramentas do Claude. As matérias de setembro e os casos anteriores conservam suas datas.

TikTok: Buy Direct e Shopping Assistant

No exemplo publicado pelo TikTok, a compra começa com um anúncio de botas para uma trilha de outono. Antes de escolher, a pessoa quer saber se o material aguenta o contato com granito, se o tamanho segue o padrão e quais cores estão disponíveis. O Shopping Assistant recebe essas perguntas na página do produto e responde com informações fornecidas pelo vendedor.

O recurso foi apresentado em 5 de outubro, junto com o Buy Direct. O anúncio descreve dois percursos. Com o assistente, o consumidor abre o site da marca pelo navegador do TikTok, conversa sobre o item e segue para o checkout desse site. Com Buy Direct, o pagamento acontece dentro do aplicativo, usando endereço e dados de pagamento guardados.

No Buy Direct, a marca continua sendo responsável pela venda. O TikTok informa que o consumidor também pode acompanhar o pedido na experiência integrada. O anúncio cita Salesforce, Shopify, Shoplazza e Stripe entre os parceiros.

A documentação apresenta o Universal Commerce Protocol, ou UCP, como parte da conexão usada pelo Buy Direct. O padrão transmite informações de catálogo e da transação entre os sistemas envolvidos. A empresa descreve o acesso às duas soluções como uma distribuição por elegibilidade.

A página do TikTok traz vídeos e telas dos recursos. Na sequência da bota, a dúvida sobre o uso do produto aparece junto da decisão de tamanho e cor. O material também apresenta um assistente para captação de leads, com um exemplo de cursos universitários: uma pessoa que trabalha em período integral pergunta por opções compatíveis com sua agenda, e o agente usa essa informação na conversa.

Shopping Assistant responde sobre o produto; Buy Direct conclui o pagamento no TikTok. Esses são os papéis descritos pela empresa para cada recurso.

Shopify Canvas: a loja inteira no mesmo espaço de edição

Há 12 anos, Ben Sehl montou a primeira loja da Kotn na Shopify. Ele sabia programar, mas conta que levou duas semanas para deixar o site pronto. No anúncio do Canvas, publicado em 1º de outubro, o diretor de produto da Shopify afirma que, com a nova ferramenta, um empreendedor pode criar uma loja personalizada em cerca de 20 minutos.

Canvas coloca as páginas e os templates da loja num espaço visual. O lojista pode afastar o zoom para enxergar o conjunto, aproximar uma página e navegar por produtos ou coleções. O ambiente mostra a loja em funcionamento enquanto recebe alterações.

O Sidekick entra nesse espaço como assistente de edição. Dá para conversar sobre a mudança desejada ou selecionar um trecho da página para pedir um ajuste. Segundo a Shopify, o agente modifica o código do tema, consulta a prévia, captura imagens e verifica o código durante o processo. As preferências de design ficam no contexto usado nas próximas solicitações.

As páginas podem ser vistas juntas enquanto o tema é editado. A apresentação mostra essa navegação pelo conjunto da loja, em vez de abrir uma página de cada vez. A central de ajuda descreve o acesso pelo computador, dentro da área de temas do painel.

O anúncio também informa que lojistas fizeram 25 milhões de edições de temas no primeiro semestre de 2026. A Shopify apresenta o Canvas como parte das ferramentas usadas nesse trabalho de criação e alteração das lojas. A central de ajuda informa que o recurso aparece nas lojas elegíveis e detalha como iniciar uma edição com Sidekick.

A demonstração publicada pela Shopify mostra o ambiente e o assistente juntos. O relato de Sehl acompanha o lançamento e a descrição do que a Shopify oferece aos empreendedores com Canvas.

Veja a demonstração: post da Shopify no X.

Meta: Vídeos e checkout no Messenger

A Meta apresentou em 6 de outubro, durante a Advertising Week em Nova York, atualizações para criação de anúncios e gestão de campanhas. O anúncio reúne mudanças no Ads Creative Studio, no Business Assistant e nas experiências de compra.

No Business Assistant, a empresa descreve uma memória que conserva objetivos, sazonalidade e informações de campanhas anteriores. O anunciante pode acrescentar orientações de estratégia e pedir um plano por conversa. A proposta inclui criativos, público e orçamento, com uma prévia das alterações antes da aprovação. Relatórios agendados e alertas também aparecem no anúncio.

Segundo a Meta, anunciantes que seguiram as recomendações do assistente tiveram 5% mais conversões com o mesmo custo por aquisição. O percentual foi divulgado pela empresa na apresentação das ferramentas.

O Ads Creative Studio ganhou mais acesso e recursos para transformar imagens em vídeos. O anúncio diferencia a ferramenta de imagem para vídeo no Advantage+ das versões voltadas a imagens do catálogo. Para a edição de vídeos, a Meta descreve ajustes no começo da peça, no áudio, nas legendas, na duração dos trechos e no encerramento.

A empresa informa que mais de 60% do tempo passado no Facebook e no Instagram é dedicado a vídeos. Esse dado acompanha a apresentação das ferramentas de criação.

O anúncio também inclui compras dentro das conversas. A Meta descreve uma experiência com Shopify para concluir pedidos no Messenger e cita Adyen, PayPal, Shopify e Stripe nas integrações de pagamento do Meta AI. No Muse, os meios apresentados incluem PayPal, Link e Shop Pay.

Outra parte do material trata da conexão de ferramentas externas ao Ads Manager por MCP. A Meta descreve criação de rascunhos com permissões definidas e aprovação antes de publicar mudanças. Reportei e Triple Whale estão entre os parceiros citados.

As telas do anúncio mostram o assistente, os recursos de criação e as experiências de compra. Os estágios de acesso de cada ferramenta são descritos pela Meta na mesma página.

Amex: 52% aceitam delegar compras baratas à IA; 15%, eletrônicos caros

A American Express publicou em 6 de outubro um guia para empresas que querem atender compras feitas por agentes de IA. O material vem acompanhado de uma pesquisa com 502 líderes de empresas e 2.005 consumidores dos Estados Unidos, conduzida pela Teneo em agosto.

Entre os comerciantes ouvidos, 83% veem oportunidade nesse tipo de comércio, 41% já experimentam o formato e 86% dizem precisar de ajuda moderada ou ampla de parceiros. A pesquisa também informa que 62% esperam efeitos sobre seus negócios no próximo ano.

As respostas dos consumidores variam conforme a compra. 52% dizem aceitar delegar à IA itens cotidianos de baixo valor, como produtos de supermercado. Para eletrônicos caros, o percentual é de 15%. Sobre o uso de ferramentas nos 12 meses seguintes, 66% mencionam pesquisa de preço e 61%, recomendações de produtos.

O guia reúne descoberta de produtos, pagamentos, autorização e relação com as marcas. No capítulo de descoberta, a Amex orienta empresas a manter informações claras sobre produtos, preços, estoque, políticas e avaliações. O texto descreve buscas em que o consumidor apresenta uma necessidade, sem começar pelo nome da marca.

Um exemplo publicado é a disponibilidade de mesas do Resy nos assistentes. O material mostra como informações de restaurantes podem entrar numa conversa em ferramentas como Claude e ChatGPT, até a escolha de um horário.

O capítulo sobre autorização aborda limites de preço, categorias de produto, acesso à conta e aprovação do pagamento. Entre as preocupações dos consumidores ouvidos, 60% citam o atendimento ao cliente, segundo a pesquisa: 32% manifestam alguma preocupação e 28%, preocupação forte.

A coleta com líderes aconteceu de 10 a 18 de agosto. Os consumidores foram ouvidos de 10 a 14 de agosto e haviam feito compras online. Esses são os públicos e períodos informados pela Amex no material de lançamento.

Cottonique, Stanley e ILIA relatam vendas vindas de assistentes de IA

O caso da Cottonique começa com uma descrição de desconforto, segundo a história publicada pela Shopify. A pessoa explica ao assistente que o sutiã irrita sua pele. O agente associa o pedido aos produtos da marca, especializada em roupas para pessoas com alergias e sensibilidade.

Nikhiel Genomal, fundador da empresa, conta que esses clientes nem sempre conhecem o termo usado na categoria. No relato publicado em 6 de outubro, a necessidade descrita na conversa leva à descoberta da Cottonique.

A marca informa alta de 276% nas vendas originadas em IA em um ano, junto com crescimento de 52% nas vendas totais. Outros casos acompanham o texto: a Stanley 1913 relata cinco vezes mais pedidos vindos de IA nos Estados Unidos na comparação anual, e a ILIA informa vendas desse canal próximas do triplo.

O relatório reúne os relatos das marcas e uma pesquisa de consumidores e empresas. A Shopify ouviu 18 mil consumidores e 7.500 líderes de empresas em nove mercados, com coleta da Sapio Research em julho de 2026.

Segundo os dados publicados, 65% dos consumidores pretendem usar IA em pelo menos uma tarefa de compra no fim do ano. Entre usuários frequentes de IA, 71% dizem estar mais propensos a comprar de marcas independentes. Entre usuários frequentes de IA, 81% dizem escolher mais produtos neste ano por considerá-los pessoais, intencionais ou escolhidos com cuidado. O estudo também informa que 35% priorizam o melhor encaixe para a necessidade, em vez do menor preço.

Os países da pesquisa são Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos. O relatório informa entrevistas online com consumidores e líderes nesses mercados.

A Shopify também descreve Catalog e Agentic Storefronts como recursos que apresentam produtos em ferramentas como ChatGPT, Google e Muse. No texto, a história da Cottonique aparece junto dos dados de descoberta e dos depoimentos de outras marcas.

Tray e LWSA: 13% começam a procura de produtos na IA

No Brasil, uma pesquisa da LWSA com Opinion Box descreve como consumidores procuram produtos antes da Black Friday. A cobertura do Meio & Mensagem foi publicada em 21 de setembro. A coleta ouviu 1.044 pessoas de 31 de julho a 19 de agosto.

Segundo os dados apresentados pela Tray, 13% começam a procura de produtos em ferramentas de IA. Entre quem já experimentou esse tipo de busca, 63% diz usar com frequência. O material informa também que resumos produzidos por IA influenciam 45% dos entrevistados e recomendações de IA, 40%.

Os marketplaces aparecem como ponto inicial da pesquisa de produtos para 56%, e os sites das marcas, para 42%. Quando a pergunta trata de onde pretendem comprar, 55% citam os sites das marcas e 37%, marketplaces. Instagram e TikTok são mencionados na descoberta por 21% e 17%, respectivamente.

O calendário de compra também aparece no estudo. Metade dos entrevistados começa a pesquisar mais de um mês antes da Black Friday. 54% pretendem distribuir os gastos ao longo de novembro, segundo a publicação do E-Commerce Brasil.

Na entrevista à Central do Varejo, Pedro Fonseca, da Tray, descreve a presença das lojas em diferentes canais. Ele informa que Tray e Bagy somaram R$ 44 milhões em vendas no TikTok Shop nos 12 meses anteriores.

A mesma entrevista cita uso de IA na criação de informações de catálogo, SEO e anúncios pelas lojas. Esses são os exemplos apresentados pelo executivo ao comentar os recursos oferecidos aos lojistas.

Adobe: 130% de Aumento em Tráfego por IA

A Adobe publicou em 28 de setembro sua previsão para as compras online de novembro e dezembro nos Estados Unidos. A empresa projeta US$ 275,1 bilhões, com crescimento de 6,7% sobre o mesmo período do ano anterior.

Para os cinco dias da Cyber Week, a estimativa é de US$ 47,5 bilhões, ou 17,3% das vendas previstas para os dois meses. A projeção para a Black Friday, em 27 de novembro, é de US$ 12,9 bilhões. Para a Cyber Monday, em 30 de novembro, são US$ 15,1 bilhões.

O levantamento usa dados da Adobe Analytics sobre mais de 1 trilhão de visitas, 100 milhões de produtos e 18 categorias. No tráfego vindo de links em assistentes de IA, a empresa prevê crescimento de 130% durante o período. Para Thanksgiving, Black Friday e Cyber Monday, os percentuais projetados são 159%, 95% e 88%, respectivamente.

A Adobe também publicou respostas de uma pesquisa com consumidores. Entre usuários de IA ouvidos, 77% dizem que a ferramenta aumenta sua confiança na compra e 69% afirmam estar menos propensos a devolver produtos. A coleta mencionada no anúncio ouviu cinco mil pessoas em julho.

Já em 8 de outubro, Digital Commerce 360 apresentou o balanço da Adobe para os dias 6 e 7 de outubro, quando aconteceu o evento promocional da Amazon. O total de compras online no varejo dos Estados Unidos foi de US$ 9,86 bilhões, alta de 8,5%.

Nesse balanço de outubro, 52% das compras vieram de celulares, somando cerca de US$ 5,1 bilhões. Os pagamentos parcelados no formato buy now, pay later somaram US$ 692,3 milhões, segundo a Adobe.

O comunicado de setembro apresenta as previsões de novembro e dezembro. A cobertura de outubro reúne as vendas dos dois dias informados pela Adobe, em todo o varejo online americano.

Haiku 5.5 chega com preços menores e créditos de API

A Anthropic lançou o Haiku 5.5 em 7 de outubro, quase um ano depois do 4.5. A empresa descreve o modelo como voltado a tarefas curtas e frequentes, incluindo resumos, classificação e consultas a bases de dados.

Para pedidos de até 100 mil tokens, o milhão de tokens de entrada custa US$ 0,10, e o de saída, US$ 0,50. Acima de 100 mil tokens, os preços passam a US$ 0,50 na entrada e US$ 2,50 na saída. A tabela também inclui leitura de cache de US$ 0,01 até esse limite e US$ 0,05 acima dele.

A Anthropic calcula que o custo médio por tarefa fica cerca de 75% menor que no Haiku 4.5, considerando a nova tabela e o consumo de tokens. Segundo a empresa, aproximadamente 90% dos pedidos enviados ao modelo anterior estavam na faixa de até 100 mil tokens.

Simon Willison levou o lançamento ao seu teste habitual: pedir um SVG de um pelicano andando de bicicleta. O Haiku agora permite ajustar o esforço de raciocínio. Na opção baixa, o desenho levou 7 segundos; na máxima, 5 minutos e 9 segundos. Ele publicou os arquivos das configurações baixa, média, alta, extra-alta e máxima no visualizador dos pelicanos.

Willison também comparou o consumo de um mesmo prompt longo: seu contador registrou cerca de 25% mais tokens no Haiku 5.5 que no 4.5.

Os benchmarks do anúncio registram 39,2% no Terminal-Bench 4.0, contra 70,6% do Sonnet 5.5. No subconjunto offline do OSWorld 2.1, o Haiku marcou 72,4%, e o Sonnet, 83,9%. A página identifica os testes e aponta para o documento técnico do modelo.

Os clientes citados descrevem outras tarefas. A Asana informa redução superior a 30% no tempo de conclusão dos testes de seus agentes, que incluem triagem de bugs, criação de projetos e busca de trabalhos atrasados. A HubSpot relata 92,8% em tarefas simuladas de CRM, média de três rodadas. A AlphaSense informa que avaliou 400 consultas a documentos e registrou pontuação de 0,84 no Haiku 5.5, contra 0,76 no 4.5.

O anúncio trouxe créditos mensais de API para assinantes: US$ 100 no Max 5x, US$ 200 no Max 20x e até US$ 500 compartilhados no Team. A Anthropic diz que podem ser usados com qualquer modelo. No relato de Willison, o usuário escolhe a organização beneficiada nas configurações de cobrança; o saldo mensal não acumula.

A leitura de cache do Sonnet 5.5 caiu de US$ 0,20 para US$ 0,10 por milhão de tokens. A Anthropic estima custo cerca de 20% menor em boa parte das tarefas com agentes.

Segundo a Anthropic, os SDKs de Python e TypeScript também ganharam uso de navegador e computador em beta. Segundo a documentação, o SDK coordena as chamadas, as regras configuradas e o pedido de aprovação, enquanto o desenvolvedor fornece o navegador ou desktop. O repositório oficial traz um exemplo com Chromium.

Notícias rápidas

  • ChatGPT vai testar anúncios visuais durante a geração de imagens. Em 5 de outubro, a OpenAI anunciou um formato para usuários Free e Go nos Estados Unidos. Segundo a OpenAI, os testes começam neste mês com um grupo inicial de anunciantes. As peças ficam identificadas e separadas da imagem criada pelo usuário.

    A publicação também reúne números de parceiros de mensuração. Segundo a DV Rockerbox, o custo por aquisição atribuído da WeightWatchers ficou 15,3% abaixo de seu parâmetro combinado de busca paga. A WorkMagic informa que 67% das compras incrementais da Dose vieram de clientes novos. A Triple Whale informa que 93% dos visitantes da Portland Leather vindos de anúncios no ChatGPT eram novos.

    A OpenAI anuncia integrações com Hightouch, Tealium e LiveRamp para envio de conversões e cita parceiros de atribuição como AppsFlyer, Northbeam e Branch. O anúncio inclui duas telas do novo formato.

  • Textos da OpenAI recebem marca invisível na União Europeia. Desde 5 de outubro, clientes da API podem aderir ao recurso em modelos compatíveis. O anúncio prevê implantação gradual em textos elegíveis do ChatGPT e Codex na União Europeia.

    A tecnologia textGrain acrescenta um sinal estatístico às escolhas de palavras. Nos testes da OpenAI com trechos de 400 tokens, trocar 10% das palavras por sinônimos reduziu a detecção de cerca de 92% para 66%; com 25% de trocas, ela caiu para 17%. O acesso inicial ao detector é restrito a pesquisadores e organizações aprovadas. Explicação e gráficos da OpenAI.

  • 64% dos adultos dos EUA acham que a IA avança rápido demais. A pesquisa AP-NORC divulgada em 8 de outubro aponta também 27% que consideram o ritmo adequado e 8% que o acham lento. Cerca de oito em cada dez dão alta importância a manter a IA sob controle humano e proteger trabalhadores.

    O levantamento ouviu 2.140 adultos entre 24 e 28 de setembro, por internet e telefone, usando o painel probabilístico AmeriSpeak. A margem de erro geral é de 2,9 pontos percentuais. Resultados e metodologia AP-NORC; cobertura da Associated Press.

Minha Grande Aposta São os "Agentes de Compras"

Quando eu fundei o ChatFunnel em 2023, eu não tinha a mínima noção do que poderia vir com a IA. O ChatGPT tinha acabado de ser lançado e ainda era uma ferramenta engraçadinha para testar.

Não posso afirmar com certeza para onde estamos indo (qualquer um que tenha certeza é apenas um louco).

Mas, praticamente três anos depois do nascimento do ChatFunnel, já tenho alguma clareza.

Acredito que todo o mercado, incluindo o varejo online, está caminhando para algo como A2A (Agent to Agent). Calma, eu explico.

Hoje, uma pessoa que quer comprar um produto entra no site, fala com o vendedor no WhatsApp, tira as dúvidas, compara preços, frete e qualidade e, então, decide comprar ou não.

Há uma tendência de as pessoas delegarem tudo isso a agentes de IA, como eu expliquei neste vídeo:

Dito isso, uma tendência é o aumento do tráfego e até mesmo das compras feitas por agentes de IA, como as próprias notícias acima afirmam. Como você está se preparando ?

Abs. Mateus Dias