Essa news deveria ter chegado até você no domingo (25/10), mas, obviamente, as atenções estavam 100% nas eleições.

Decidi, então, adiar para hoje, pois as eleições são importantes, mas as informações que estou trazendo nesta edição são tão importantes quanto.

Para iniciar, pensa na compra de um presente. Você sabe pra quem é, tem um limite de quanto pode gastar e precisa que chegue antes do aniversário. Entra na loja, explica tudo isso para um vendedor e espera que ele ajude a escolher.

Nessa situação, a procura pode tomar uma tarde: você abre vários sites, compara os modelos, calcula o frete e tenta descobrir se a entrega cabe no prazo.

Agora imagina contar a mesma coisa para uma IA. Ela busca os produtos dentro do que você pediu. Antes de gastar, precisa seguir as permissões que você definiu. Você pode querer aprovar o pedido ou deixar um valor disponível para ela comprar.

É esse tipo de caminho que eu tenho em mente quando falo dos agentes de compras.

É inegável que as pessoas estão cada vez mais ansiosas, estressadas e com pouca paciência. Eu acredito que poder explicar uma necessidade e receber ajuda pra resolvê-la vai mudar a maneira como compramos.

Nesta semana, o Walmart apresentou os perfis que vão definir as permissões de cada agente.

❝

Solicite uma demonstração do ChatFunnel e veja como podemos ajudar você a vender mais com sua loja online. Aperte aqui e fale com nosso time.

Mateus Dias

Nesta edição

  • Walmart cria perfis com limites para agentes de compras.

  • PYMNTS acompanha o caminho entre a busca com IA e o pagamento.

  • Ulta e Loops mostram a escolha de produtos por conversa.

  • Shopee e Abiacom apresentam os planos e as projeções para novembro.

  • Nuvemshop abre um centro no Rio para encurtar a entrega.

  • Notícias rápidas: Claude Duet, Decolar, Bonobos, Yelp e Tmall.

Walmart cria um perfil pra sua IA fazer compras

O Walmart comparou os Agent Profiles a um cartão adicional: você autoriza alguém a gastar, define um limite e acompanha as compras. No anúncio da empresa, esse alguém é um agente de IA, com um perfil ligado à sua conta.

A proposta, anunciada em 21 de outubro para o Walmart e o Sam's Club, começa no aplicativo do agente. Quando você conecta esse assistente pela primeira vez, o Walmart cria um perfil só pra ele.

Depois, você entra na sua conta Walmart para autorizar a conexão. Cada agente recebe seu próprio perfil, e os pedidos dele aparecem separados das compras que você faz diretamente.

Na configuração, você escolhe entre aprovar cada compra ou definir um limite de gasto. O anúncio dá exemplos de 50, 100 e 200 dólares. O cliente pode cortar o acesso do agente ou excluir o perfil quando quiser.

A autorização de cada compra será a configuração padrão. Se você liberar um valor para o agente gastar, o Walmart também poderá pedir uma aprovação adicional em uma compra dentro daquele limite, conforme os termos publicados.

O exemplo de uso que a empresa dá é bem cotidiano: comprar novamente o pão de fermentação natural ou aquela marca de leite que a pessoa costuma levar. O Walmart informa que ajudará o agente a encontrar esses produtos habituais.

Para isso, segundo a empresa, o assistente não precisará receber todo o histórico de compras do cliente. Ele terá acesso às informações necessárias para o pedido, dentro das permissões que a pessoa tiver concedido.

Os termos também dizem que o agente não recebe os dados do cartão e não pode adicionar ou trocar as formas de pagamento da conta. As informações que você compartilha no aplicativo do agente seguem a política de privacidade de quem fornece esse aplicativo.

O Walmart afirma que o agente verá os mesmos preços mostrados a uma pessoa no Walmart.com. As ofertas e as taxas devem aparecer antes da confirmação da compra.

A conexão por trás desses pedidos se chama Walmart Agent Gateway. A empresa explica que agentes hoje podem tentar comprar navegando por páginas feitas para pessoas, clicando e entrando na conta. O gateway conecta o agente aos sistemas da loja.

Ele usa MCP, um padrão que permite ligar aplicativos de IA a ferramentas e serviços externos, conforme descreve a Digital Commerce 360.

Segundo Daniel Danker, executivo do Walmart citado pela publicação, a conexão cobre a busca por produtos, a inclusão no carrinho, a compra e o acompanhamento do pedido.

O Walmart prevê os perfis para novembro e informa que o gateway começará com um beta para empresas e desenvolvedores. A Quartz relata, citando a Reuters, que a proposta dispensa assinatura Walmart+: basta ter uma conta.

Se o agente comprar algo diferente do que a pessoa pediu, a política de devolução do Walmart também se aplica. Os termos proíbem ações além das instruções do cliente, e a empresa informa que bloqueará agentes que descumprirem essas regras.

60,9 milhões de americanos já começam a busca de compras pela IA

No exemplo que abre o relatório de outubro da PYMNTS, alguém procura um tênis de corrida de 200 dólares para uma meia maratona. Quer entender o amortecimento, comparar os modelos e achar o melhor preço. A cena é hipotética e apresenta o caminho de uma compra com IA.

Na cena proposta pelo estudo, um corredor segue a indicação até o site de uma loja de artigos esportivos, escolhe o tênis e paga. Outra corredora abre a Amazon, onde já tem o cartão salvo e conhece o caminho para devolver um produto.

Uma terceira pessoa continua com o agente de compras que configurou e autoriza o pedido. Nesse caso, o agente é o assistente de IA encarregado de comprar em seu nome. A pesquisa pelo tênis foi parecida. O dinheiro terminou em lugares diferentes, como explica a PYMNTS.

O relatório estima que 60,9 milhões de consumidores nos Estados Unidos já tenham a IA como principal ponto de partida para pesquisar produtos online. Isso corresponde a 23,2% da população representada pelo levantamento, de 262,3 milhões de consumidores.

A PYMNTS ouviu 2.191 pessoas de 10 a 13 de agosto de 2026. A amostra recebeu ajustes por idade, gênero, renda e região para chegar à estimativa nacional. O número de 60,9 milhões vem dessa projeção.

Quando a pergunta passa para o lugar onde a compra foi concluída, a Amazon aparece com 59,7%. Esse percentual descreve o destino da compra mais recente que os entrevistados disseram ter feito com ajuda de IA.

Grandes lojas e lojas de departamento receberam 19,5% dessas compras. Sites e aplicativos das próprias marcas ficaram com 6,3%. A pessoa pode pedir ajuda para escolher o tênis numa conversa e depois abrir a loja onde está acostumada a pagar, como na ilustração do relatório.

Roupas, calçados e acessórios somaram 27,7% das compras mais recentes com apoio de IA. Eletrônicos e produtos de tecnologia responderam por 21,8% desse mesmo conjunto de compras.

Na pergunta sobre o principal motivo para escolher onde comprar, preço ou desconto recebeu 27,5% das respostas. Frete grátis ou rápido apareceu em 17,3%. A confiança no tratamento dos dados de pagamento somou 9,1%, e o hábito de comprar naquele lugar, 8,1%.

Também há gente chegando a lojas desconhecidas. Entre quem usou IA para descobrir produtos ou comprar no último ano, 44,7% concordaram que ela os levou a comprar em uma loja online que nunca tinham usado. No mesmo grupo, 39,9% concordaram que a IA mudou os lugares onde compram.

O estudo acompanha tanto a escolha do produto quanto o destino do pagamento. Para observar a compra delegada, o questionário propôs outro cenário hipotético: o mesmo item, com preço, entrega e devolução iguais entre vendedores.

Nessa situação, 40,2% prefeririam que o assistente comprasse num grande marketplace, um site que reúne vendedores. Outros 21,8% deixariam a escolha com o agente. Mesmo ao delegar a compra, parte dos entrevistados indicou onde gostaria que o pedido fosse feito.

Ulta e Loops ajudam o cliente a escolher produtos pela conversa

Na descrição da Ulta Beauty, alguém quer montar uma rotina de cuidados com a pele. A pessoa explica o que procura, conta suas preferências e diz quanto pretende gastar. Recebe um conjunto de produtos e continua a conversa pra ajustar a seleção. Esse é um exemplo do caminho que a Ulta Beauty descreve para seu novo plug-in no ChatGPT.

O recurso usa o catálogo da marca pra montar combinações de produtos a partir da conversa. A seleção pode incluir maquiagem, cuidados com a pele, produtos para cabelo e fragrâncias. A Personal Care Insights detalhou o lançamento em 23 de outubro.

Você pode perguntar por que determinado produto entrou no conjunto e como ele se encaixa na rotina sugerida. Se quiser outra opção, pede a troca ali mesmo. A Ulta informa que o conjunto pode ser ajustado antes de seguir pra sacola.

Quando termina de escolher, o cliente transfere os produtos para o site ou aplicativo da Ulta. O pagamento acontece nos canais da própria marca. Na sacola, ainda pode mudar quantidades ou acrescentar outros itens antes de fechar o pedido.

Os clientes também podem acumular e usar pontos do Ulta Beauty Rewards na compra desses conjuntos. Trocar ou remover produtos da sacola pode mudar o desconto aplicado, conforme as condições da Ulta.

A Loops conta que sua história começou com uma compra que não aconteceu. Em Bali, o cofundador İlker Selim Zorluoğlu tentou comprar um presente pra filha de dois anos. Mandou mensagem à loja, esperou horas pela resposta e desistiu. Segundo a empresa, Ari Nazir montou o primeiro protótipo num fim de semana.

Hoje, na Mavi, marca de jeans, o cliente descreve a ocasião em que pretende usar a peça ou o caimento que procura. A busca da Loops usa essa descrição pra encontrar produtos. O assistente também responde às dúvidas durante a escolha.

A plataforma junta busca por conversa e assistência de compras ao trabalho de organizar os dados do catálogo. Também tem provador virtual, que permite visualizar o produto no próprio corpo antes da compra. Segundo a Loops, as conversas ajudam a identificar informações que faltam sobre os produtos.

Em 12 de outubro, a Loops anunciou uma captação de 3,5 milhões de dólares. A rodada teve participação de a16z speedrun e NTT Docomo, entre outros investidores. A empresa informa ter mais de 70 clientes e pilotos.

Na rede turca de supermercados A101, a comparação publicada pela Loops apontou conversão de compra cerca de 83% maior nas sessões com a plataforma em relação ao segmento usado na comparação. A rede usa a ferramenta para ajudar o cliente a navegar pelo catálogo e tirar dúvidas enquanto compra.

Os recursos da rodada vão financiar o desenvolvimento do produto, a implantação nos clientes e a expansão internacional, segundo a Loops.

11.11 e Black Friday: frete grátis é o benefício mais citado

Na pesquisa da Shopee, os preparativos para novembro começam antes de chegar a promoção: 30% dos entrevistados dizem se organizar com pelo menos três semanas de antecedência. 45% pretendem comparar preços em diferentes sites e aplicativos antes de fechar o pedido.

A plataforma ouviu 790 usuários, entre 23 de setembro e 5 de outubro de 2026, por um questionário enviado no aplicativo. Entre essas pessoas, 86% pretendem comprar no 11.11, na Black Friday ou nas duas datas, segundo a cobertura do E-Commerce Brasil.

O valor que os entrevistados planejam gastar, em média, é de R$ 691 no 11.11. Para a Black Friday, a intenção chega a R$ 764. Na comparação com 2025, os aumentos são de 25% e 20%, respectivamente.

Na hora de escolher a oferta, 79% citam o frete grátis entre os benefícios esperados. Descontos maiores aparecem nas respostas de 65%. Para a entrega, 45% esperam receber o pedido em até três dias.

O calendário também inclui compras do dia a dia. Segundo o levantamento, 66% pretendem comprar mais desses produtos durante novembro. O desconto aparece como condição nas respostas de 55%, que dizem depender de encontrar ofertas consideradas atrativas.

Entre as categorias procuradas, Casa recebe 47% das menções, e Moda Feminina, 41%. Eletrodomésticos aparecem com 32%; Beleza, com 30%. A pesquisa também registra que 37% consideram marcas específicas na escolha, sobretudo entre quem pretende comprar eletrodomésticos.

Na busca por produtos e ofertas, 23% pretendem acompanhar lives e vídeos dentro da plataforma. A participação desse público nas respostas subiu quatro pontos percentuais em relação ao ano anterior.

No pagamento, o Pix aparece em 60% das respostas; o cartão de crédito, em 43%. As carteiras digitais somam 38%, e 74% dizem que pretendem parcelar compras nas promoções de novembro.

A Shopee informa que sua estrutura no Brasil reúne 26 centros de distribuição, incluindo cinco de fulfillment, onde os produtos ficam armazenados pela plataforma. A rede também tem mais de 200 hubs logísticos e 5 mil Agências Shopee, segundo o Bem Paraná.

Para a Black Friday do comércio eletrônico brasileiro, a Abiacom divulgou uma previsão de R$ 16,6 bilhões em vendas, publicada pelo Mercado & Consumo em 22 de outubro. A projeção indica crescimento de 24,37% sobre os R$ 13,35 bilhões de 2025 citados pela entidade.

A estimativa da Abiacom inclui 21,66 milhões de pedidos, ante 16,51 milhões no ano anterior. A matéria informa uma alta aproximada de 31,2% no volume.

O tíquete médio previsto é de R$ 766,50, queda de 5,2% diante dos R$ 808,50 do ano passado. Fernando Mansano, presidente da Abiacom, atribui aos juros altos e ao cenário econômico a busca dos consumidores por economia, com mais pesquisa de preços e alternativas de marcas.

Mansano também descreve a Black Friday como uma antecipação das compras de fim de ano. Na avaliação dele, o aumento no número de pedidos deve impulsionar o faturamento do período, mesmo com o tíquete médio menor.

Nuvemshop abre centro no Rio e prevê frete pelo menos 20% menor

Você encontra a mesma garrafa de água pelo mesmo preço em dois sites. Num deles, ela chega amanhã. No outro, só na semana seguinte. Alejandro Vázquez, cofundador e presidente da Nuvemshop, usou essa comparação numa entrevista ao Startups para explicar o investimento da empresa em entregas.

A Nuvemshop inaugurou seu quarto centro de distribuição no Brasil, na Pavuna, Zona Norte do Rio. É a segunda unidade aberta em 2026, depois de Blumenau, em Santa Catarina. O centro faz parte do Nuvem Envio, serviço de logística da companhia.

O modelo adotado tem o nome de cross-dock. Em termos simples, é um ponto de passagem e redistribuição de encomendas. Para visualizar esse caminho, pensa numa caixa chegando ao centro: ela segue para a separação por destino e depois para o transporte que continua a viagem.

A unidade da Pavuna foi projetada para processar 145,2 mil pacotes por mês, volume equivalente a R$ 37,6 milhões em mercadorias, segundo a empresa. A estrutura pode crescer conforme a quantidade de encomendas.

A expectativa da Nuvemshop é reduzir o custo do frete em pelo menos 20% e encurtar a entrega em até cinco dias, dependendo da região de destino. O ponto do Rio se conecta à rede que também passa por São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.

Na entrevista, a companhia explica a escolha do estado. O Rio é o quarto maior mercado em faturamento das pequenas e médias empresas da plataforma, com crescimento de 33% na comparação anual apresentada.

Segundo a Nuvemshop, mais de 66% dos itens comprados por consumidores fluminenses na plataforma são produzidos em estados onde ela já tem pontos logísticos. A companhia cita essa circulação entre São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina para explicar a conexão ao polo do Rio.

A cobertura da Central do Varejo também apresenta o resultado informado pela empresa em Santa Catarina: o prazo médio de entrega caiu de 10,2 para 6,4 dias. A unidade catarinense usa o mesmo modelo de passagem de encomendas.

Outra parte dessa rede de entregas vem da parceria com o iFood, que liga a malha de entregadores ao painel administrativo da Nuvemshop. O anúncio apresentado por Fleuri Arruda, diretor de produto para a América Latina, prevê entrega no mesmo dia em mais de cinquenta cidades, incluindo todas as capitais.

Segundo Arruda, a cobertura alcança mais de sessenta milhões de brasileiros. O serviço usa entregadores do iFood para pedidos feitos fora do aplicativo. Na entrevista ao Startups, Vázquez cita uma camisa comprada para vestir à noite como exemplo de pedido que pode chegar em poucas horas.

Notícias rápidas

Claude Duet continua as tarefas com o computador desligado. A Anthropic apresentou o aplicativo em 21 de outubro. Ele usa uma máquina virtual própria para consultar contas conectadas e seguir com os pedidos do usuário. Pela manhã, envia um resumo dos assuntos que pedem atenção.

No exemplo publicado, o dono da rede Shahs of Kabob consulta faturas de suas lojas. O anúncio também descreve compras com Link, da Stripe, e Shop Pay, da Shopify. O acesso começa por lista de espera para assinantes Pro e Max nos Estados Unidos. Anúncio da Anthropic.

Decolar leva uma assistente comercial ao WhatsApp dos hotéis. A Mariana atende hotéis e pousadas parceiros durante as 24 horas do dia. Ela consulta reservas, receita, diária média e cancelamentos, além de acompanhar o ritmo das buscas e reservas em cada destino.

Segundo a Decolar, o agente sugere ajustes nas fotos e descrições dos hotéis e orienta sobre promoções e tarifas. A reportagem de 23 de outubro descreve testes com parceiros de contrato direto e planos de expansão pelo Brasil, depois México e outros países da região. E-Commerce Brasil.

Bonobos conecta os tamanhos do cliente entre o site e 48 lojas. A marca de roupas estreou um site na Shopify com o My Fit, perfil que sincroniza as preferências de tamanho com suas lojas físicas, chamadas Guideshops. O vendedor pode consultar essas informações durante o atendimento.

Ellen Pope, diretora de e-commerce, descreve outro caminho: o vendedor monta um conjunto de roupas com o cliente e leva a seleção ao caixa da loja, sem refazer o carrinho. O site também passou a usar o Shop Pay para pagamento em um toque. Digital Commerce 360.

Yelp permite reservar uma mesa durante a conversa com a IA. Na atualização de outubro, o Yelp Assistant ganhou integração com a OpenTable no iOS. O cliente informa data, horário e número de pessoas dentro do assistente. A confirmação e as mudanças na reserva ficam com a OpenTable.

O Yelp também anunciou o Check for Me: um agente que liga para o restaurante, consulta o tempo de espera e manda a resposta por mensagem. Segundo a empresa, a distribuição chega nos próximos meses a restaurantes elegíveis nos Estados Unidos. Anúncio do Yelp.

O 11.11 da Tmall inclui comparação de produtos e provador com Qwen. Segundo a Alizila, veículo do Alibaba, o festival deste ano reúne um milhão de marcas e mais de 70 milhões de produtos. As pré-vendas começaram em 15 de outubro, e as vendas, no dia 20, na China.

A experiência usa a conexão do Qwen com os catálogos de Taobao e Tmall, apresentada em maio. O assistente ajuda a comparar itens, experimentar roupas virtualmente e escolher ofertas. A Tmall informa que 60 mil lojistas participam do 11.11 pela primeira vez. Alizila.

Uma semana abençoada a você! Até domingo

Abraços! Mateus Dias